Romulo Moraes
sábado, 23 de junho de 2012
Link para pesquisa de jurisprudência
O Tribunal de Conta da União tem um excelente sistema de pesquisa de jurisprudência com excertos de citações extraídas de acórdãos ou decisões:
https://contas.tcu.gov.br/pls/apex/f?p=175:13:3333573799160195
sábado, 26 de maio de 2012
Governança Corporativa – Resumo Crítico Analítico
1 INTRODUÇÃO
Neste contexto, o conselho de administração, a auditoria independente e o conselho fiscal são as principais ferramentas que asseguram o controle da propriedade sobre a gestão.
Com o propósito de estimular o desenvolvimento das práticas de governança corporativa a Bolsa de Valores de São Paulo criou uma classificação em diferentes níveis (Novo Mercado, Nível 2, Nível 1) de acordo com a forma de governança corporativa adotada e as informações que prestam ao público em geral, sempre levando em conta a administração e o atendimento pelos administradores da sociedade, de forma exemplar, dos deveres previstos em Lei, de diligência, de informar e de lealdade.
Esses são apenas alguns exemplos de práticas de governança corporativa. Para o investidor é sempre recomendável procurar nos sites das empresas as áreas que tratam da relação com investidores. É importante saber que uma determinada companhia oferece os mesmos direitos dos acionistas controladores também aos acionistas minoritários, pode ser um diferencial na hora da escolha de um investimento.
A tendência é que cada vez mais as empresas migrem para os padrões mais elevados de governança, inclusive no que diz respeito aos tipos de ações, pois se espera a extinção das ações do tipo preferencial.
3 CONCLUSÃO
A valorização das boas práticas de governança incita o empresário a adotar práticas de gestão e de divulgação de informações capazes de informar ao mercado e ao público em geral a real situação econômica e financeira da empresa, de forma que o acionista minoritário possa saber com clareza onde e como estão sendo aplicados os recursos que foram aportados na sociedade.
Do lado do acionista controlador, ao praticar um elevado nível de governança estará dando condições de o mercado precificar adequadamente sua empresa, assim reduzindo o nível de incerteza e, por consequência, o nível de risco associado à sua empresa. Desse modo, empresas com melhores práticas de governança conseguem facilitar e baratear o seu acesso ao mercado de capitais.
Do lado da sociedade como um todo, é uma porta para que a sustentabilidade tenha aplicações práticas buscando o bem comum de forma efetiva
terça-feira, 19 de abril de 2011
A Escada em Caracol
É por esta escada que o Comp.: M.: chega ao grau 3 – sua alegoria representa as dificuldades a vencer para que possa atingir este objetivo.
É formada por três lances:O primeiro tem 3 degraus onde temos o prumo, o nível e o esquadro sucessivamente. Podem ser interpretados como os três graus simbólicos ou como as luzes da loja (2° Vig.: , 1° Vig.: e Ven.: M.:)
No segundo lance que se compõe de 5 degraus estão representados os 5 sentidos(audição, visão, tato, olfato e paladar) – é importante esta representação pois nada existe em nossa inteligência que não tenha passado pelos sentidos como já afirmava Aristóteles.
E por fim, os 7 últimos degraus representam as 7 artes liberais da antiguidade: Gramática, Retórica, Lógica, Aritimética, Geometria, música e Astronomia.
Observando esta disposição, pode-se verificar duas escolas do início da Filosofia Moderna : Empirismo e Racionalismo (Francis Bacon e Descartes). Enquanto os degraus dos sentidos nos lembram da percepção sensorial na obtenção de conhecimentos, as sete artes liberais da antiguidade nos mostram a necessidade do uso da razão para que se possa aprender alguma coisa. Assim, é necessário unir razão e sentidos se quisermos atingir o conhecimento, a sabedoria.
O caminho do Comp.: M.: é difícil de ser percorrido e exige pesquisa e observação – esforço este que aumentará sua força interior e o tornará um homem consciente de seus deveres e apto a alcançar suas metas.
Quem foi Amós

Amós era um humilde homem do povo que querendo eliminar de Israel os maus governantes que abusavam do povo indefenso, percorreu o país durante 15 anos, clamando pelo retorno da justiça honesta.
Ele mesmo não se considerava um profeta: "Não sou profeta nem sou filho de profeta; sou pastor de gado e cultivo sicômoros" (AMÓS 7.14). - O sicômoro era uma árvore utilizada para construção. O nome Amós significa “aquele que leva algo consigo”.
Amós surgiu quando pairava sobre os pequenos estados da palestina a sombra ameaçadora da Assíria, no reinado de Jeroboão II (781-743 A.C.). Sob o governo do rei Jeroboão II, a nação de Israel vivia na maior prosperidade desde os reinados de Davi e Salomão mais de 200 anos antes. Aquele povo, como muitas pessoas religiosas hoje, interpretava a prosperidade como sinal da aprovação divina e, por isso, foi resistente aos desafios lançados por profetas como Amós.
O Profeta Amós foi um precursor do monoteísmo universal e criticou veementemente diversas nações, em especial Judá e Israel pela hipocrisia religiosa e a corrupção dos que deveriam aplicar a lei. Preocupado com o desnível entre ricos e trabalhadores, pedia ao povo que estudasse que para deixassem de ser escravos, que purificassem suas mentes com a virtude para assim, voltassem a ser fortes e respeitados.
A tese central do livro de Amós está contida no cap 2, 6-16 onde denuncia, com vocabulário e frases fortes a injustiça e a hipocrisia de uma vida religiosa que nada mais é senão uma espécie de sistema de segurança e ao mesmo tempo de alienação.
Para esse Profeta, o grande escândalo, o crime imperdoável da sociedade israelita, é a exploração dos pequenos pelos grandes : “Porque vendem o justo por dinheiro, e o pobre por um par de sandálias” (Amós 2-¨6) e ainda “porque esmagam no pó da terra a cabeça do pobre, e transviam os pequenos” (Amós 2-7)
O Prumo de Deus (Amós 7:1-9)
No início do capítulo 7, Amós relata uma série de três visões de julgamento: os gafanhotos, o fogo consumidor e o prumo. Nas duas primeiras, Deus atendeu às súplicas do profeta e desistiu dos seus planos de destruir a nação. Mas na terceira visão, Deus deixou claro que não voltaria atrás.
Na sua visão do prumo( a terceira dentre cinco) Amós anuncia que os muros dos Templos, dos Tribunais e das casas dos hebreus, estão condenados a cair, pois eles foram construídos sem as ferramentas que dão estabilidade, conhecimento que foi esquecido por preguiça e por soberba. Aqui, o símbolo do prumo aparece em toda sua expressão moral e intelectual e com a mesma aplicação social que prega a Maçonaria.

